Acabou o Circo!
Uns gostaram outros não, e ainda há os que são assim…assim.
Eu fui todos os dias e gostei de algumas coisas, outras nem por isso.
Não encontrei por lá as Marias e os Antónios do nosso concelho, mas os que puderam, e quiseram, estiveram lá todos.
Quem sabe se já para o próximo circo,“Feira Medieval”, algumas Marias possam já se cultivar. Bastaria alguém colocar um autocarro para cada duas freguesias, que muitas pessoas agradeceriam. O preço? Não será pouco, mas não alterará em muito o orçamento de tais eventos. Como diz o ditado, “ Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé”. Caso necessário, o Kouzas e Louzas associar-se-á a tal iniciativa.
Pegando agora no circo que terminou, Imaginarius, teve coisas louváveis mas algumas muito tristes.
“Pobres são estúpidos”… uma frase que se ouviu constantemente na peça “Contaminação n3- o dinheiro”. De facto não gostaram nada dessa peça… mas andavam por lá todos a ver se apanhavam as moedinhas e notas. Não deve ter havido peça com maior interactividade do público que essa. Mesmo sendo chamados de estúpidos, parvos e burros, andavam de um lado para o outro atrás do dinheiro. De lamentar ontem a queda de uma jovem, que para sorte de todos, não passou de um susto. Pois esta bateu com a cabeça no chão e quase ficou inanimada. É um dos perigos que essa brincadeira tem! Por isso, achava bem que ela não voltasse à cena por este lados.
Uma crítica às condições, pois gostos não se discutem, nem eu o faço a respeito da arte apresentada nestes dias, concretamente a um espectáculo feito em frente ao tribunal, “antagon”, não se compreende como actuaram num espaço tão minúsculo para os espectadores que assistiam. Tendo em conta que mais de metade do espaço em frente ao mesmo, estava completamente vazio. Não poderiam usar esse espaço por ordens do tribunal?
Quanto ao fecho, gostei! Tive receio, pois pensei que finalmente tinha sido apanhado pela teia. E por acaso fui! Como todos os presentes. Foi estranho, esquisito, mas como por lá ouvi “Foi Fixe!” a queda da teia, acompanhada pela música pesada dos “les balayeurs du désert” foi talvez o momento alto deste Imaginarius.
Agora, a grande novidade para os Leitores do Kouzas e Louzas. Em parceria com a nossa Cambra, e no seguimento do projecto de cultura fomentado pela mesma, temos esta semana o “Kouzas parade”. Entregamos aos nossos vereadores uma vaca completamente branca, e estes pintam ou colam imagens, conforme as suas ideias, preocupações, ambições, etc, etc.
Estejam atentos, Imaginarius no Kouzas e Louzas, é todos os dias…. E com orçamento de zero.
Boa semana para todos, eu incluído!
Uns gostaram outros não, e ainda há os que são assim…assim.
Eu fui todos os dias e gostei de algumas coisas, outras nem por isso.
Não encontrei por lá as Marias e os Antónios do nosso concelho, mas os que puderam, e quiseram, estiveram lá todos.
Quem sabe se já para o próximo circo,“Feira Medieval”, algumas Marias possam já se cultivar. Bastaria alguém colocar um autocarro para cada duas freguesias, que muitas pessoas agradeceriam. O preço? Não será pouco, mas não alterará em muito o orçamento de tais eventos. Como diz o ditado, “ Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé”. Caso necessário, o Kouzas e Louzas associar-se-á a tal iniciativa.
Pegando agora no circo que terminou, Imaginarius, teve coisas louváveis mas algumas muito tristes.
“Pobres são estúpidos”… uma frase que se ouviu constantemente na peça “Contaminação n3- o dinheiro”. De facto não gostaram nada dessa peça… mas andavam por lá todos a ver se apanhavam as moedinhas e notas. Não deve ter havido peça com maior interactividade do público que essa. Mesmo sendo chamados de estúpidos, parvos e burros, andavam de um lado para o outro atrás do dinheiro. De lamentar ontem a queda de uma jovem, que para sorte de todos, não passou de um susto. Pois esta bateu com a cabeça no chão e quase ficou inanimada. É um dos perigos que essa brincadeira tem! Por isso, achava bem que ela não voltasse à cena por este lados.
Uma crítica às condições, pois gostos não se discutem, nem eu o faço a respeito da arte apresentada nestes dias, concretamente a um espectáculo feito em frente ao tribunal, “antagon”, não se compreende como actuaram num espaço tão minúsculo para os espectadores que assistiam. Tendo em conta que mais de metade do espaço em frente ao mesmo, estava completamente vazio. Não poderiam usar esse espaço por ordens do tribunal?
Quanto ao fecho, gostei! Tive receio, pois pensei que finalmente tinha sido apanhado pela teia. E por acaso fui! Como todos os presentes. Foi estranho, esquisito, mas como por lá ouvi “Foi Fixe!” a queda da teia, acompanhada pela música pesada dos “les balayeurs du désert” foi talvez o momento alto deste Imaginarius.
Agora, a grande novidade para os Leitores do Kouzas e Louzas. Em parceria com a nossa Cambra, e no seguimento do projecto de cultura fomentado pela mesma, temos esta semana o “Kouzas parade”. Entregamos aos nossos vereadores uma vaca completamente branca, e estes pintam ou colam imagens, conforme as suas ideias, preocupações, ambições, etc, etc.
Estejam atentos, Imaginarius no Kouzas e Louzas, é todos os dias…. E com orçamento de zero.
Boa semana para todos, eu incluído!

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