Após um pequeno trabalho da nossa Gabi (gaja da bilha) e estando a bilha numa de discutir sinais de trânsito, nada melhor que demonstrar mais um exemplo do que se passa nestas terras.
Embora esteja disfarçada de caminho de cabras, esta coisa (foto) é uma travessa. Para quem não está a ver o sitio, fica lateralmente ao edifico da cooperativa, no murado.
O mesmo sitio onde um dia a Tuna vai construir um pavilhão e as tropas de Espinho assim que voltem do Líbano irão construir um campo de futebol!
Tendo como inicio o sentido proibido, esperei horas a fio para que chegasse um automóvel ao local, vindo do outro lado, para me explicar se a estrada/ caminho era transitável com este tempo. Esperei e desesperei e nenhum carro vinha da outra ponta da estrada. Como em todas as estradas, supõem-se que se de um lado é sentido proibido, do outro é rua de sentido único.
Teve de haver algum acidente! Pensei eu. Toda uma manhã e népia de popós?!”
Corajosamente, meti-me a caminho do tal travessa.
Tive o cuidado de ir fotografando as várias etapas de minha caminhada. Início-Meio-Fim da mesma.
Espanto!!! A travessa terminava abruptamente entre ervas e calhaus.
Confesso que ao ver os calhaus pensei que pudesse ter sido uma descarga de consciência. (calhaus e cabeça, percebem a piada? Fiz agora)
Uma moradora disse-me que oficialmente não podem entrar na travessa para as suas casa, pois é sentido proibido. A solução é parar no início, desmontar o carrinho e leva-lo numa saquinha até casa.
Ela consegue dramatizar ainda mais: “ Não sei onde estavam com a cabeça para fazerem esta mer…!!
Com o meu sangue frio consegui explicar à senhora que eles ainda são humanos e que não usam cabeças desmontáveis.
Neste caso teríamos (a junta) algumas soluções:
- Fazer o mesmo que fazemos sempre. (assobiar para o lado)
- Chegar a um acordo com lhamas e entregamos aquilo a eles.
- Finalmente a mais fácil, retiramos o sinal e colocamos um sinal a indicar estrada sem saída.
Sem prejuízo das opções sugeridas anteriormente, o que se deve mesmo fazer é transformar o caminho de cabras em travessa daquelas mesmo a sério com alcatrão e tudo.
Embora esteja disfarçada de caminho de cabras, esta coisa (foto) é uma travessa. Para quem não está a ver o sitio, fica lateralmente ao edifico da cooperativa, no murado.
O mesmo sitio onde um dia a Tuna vai construir um pavilhão e as tropas de Espinho assim que voltem do Líbano irão construir um campo de futebol!
Tendo como inicio o sentido proibido, esperei horas a fio para que chegasse um automóvel ao local, vindo do outro lado, para me explicar se a estrada/ caminho era transitável com este tempo. Esperei e desesperei e nenhum carro vinha da outra ponta da estrada. Como em todas as estradas, supõem-se que se de um lado é sentido proibido, do outro é rua de sentido único.
Teve de haver algum acidente! Pensei eu. Toda uma manhã e népia de popós?!”
Corajosamente, meti-me a caminho do tal travessa.
Tive o cuidado de ir fotografando as várias etapas de minha caminhada. Início-Meio-Fim da mesma.
Espanto!!! A travessa terminava abruptamente entre ervas e calhaus.
Confesso que ao ver os calhaus pensei que pudesse ter sido uma descarga de consciência. (calhaus e cabeça, percebem a piada? Fiz agora)
Uma moradora disse-me que oficialmente não podem entrar na travessa para as suas casa, pois é sentido proibido. A solução é parar no início, desmontar o carrinho e leva-lo numa saquinha até casa.
Ela consegue dramatizar ainda mais: “ Não sei onde estavam com a cabeça para fazerem esta mer…!!
Com o meu sangue frio consegui explicar à senhora que eles ainda são humanos e que não usam cabeças desmontáveis.
Neste caso teríamos (a junta) algumas soluções:
- Fazer o mesmo que fazemos sempre. (assobiar para o lado)
- Chegar a um acordo com lhamas e entregamos aquilo a eles.
- Finalmente a mais fácil, retiramos o sinal e colocamos um sinal a indicar estrada sem saída.
Sem prejuízo das opções sugeridas anteriormente, o que se deve mesmo fazer é transformar o caminho de cabras em travessa daquelas mesmo a sério com alcatrão e tudo.

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