(peço desculpa pelo tamanho do post, mas tinha de ser assim!)
Continuo a dizer, este país é uma autêntica merda. Para não fugir á regra, este concelho é também uma merda. E seguindo a mesma lógica, a saúde está uma merda. Perdoem-me aqueles que não gostam desta palavra, mas não há outra para o definir. Agora reparo que a palavra merda não existe no dicionário do Word, mas isso já se resolve.
Continuando, e para não deixar este blog a cheirar muito mal, já vão duas, que depois de outras tantas visitas ao nosso bonito hospital, que os médicos erram. Mas erram com E grande. E isto, passou-se não directamente comigo, mas com a família marsupilami, e logicamente estava presente.
Ora, na primeira situação, aconteceu durante a gravidez da minha querida Mary. Numa consulta no hospital, já numa fase adiantada da gravidez, chegou-se á conclusão que era altura de resolver o problema que havia com a Mary, sem prejudicar claro a bebé. Ora, o médico dessa consulta, decide receitar um antibiótico, segundo ele o mais apropriado para resolver o tal problema. A Mary, deixa o hospital, e mesmo antes de ir para casa, passa na farmácia e compra o dito antibiótico. Cuidadosa como é, antes de o tomar decide ler o folheto. Lendo a composição do antibiótico, fica nada mais nada menos que perplexa quando descobre que o mesmo é composto por penicilina, á qual é desde sempre alérgica. Mais, no livrinho de grávida da Mary, estava logo na primeira folha a referência de que ela é alérgica á penicilina, que tinha sido escrito pela médica de família. Tivemos de ligar de novo para o hospital, descobrir o dia em que o dito médico estava de novo de serviço, e marcar nova consulta para a troca do antibiótico! Agora pergunto: Como é que o médico não viu isto? Será que o médico era cego? Não sabia ler?
Na segunda situação, aconteceu há poucos dias com a bebé marsupilami mais pequena. A bebé com este frio ficou constipada, com muito ranho no nariz, e como não se sabe assoar ainda porque tem quase 5 meses, não consegue expelir o ranhito, e como nos custa tanta vê-la assim, decidimos ir ás urgências do hospital a fim de resolver o problema. Chegados ao nosso bonito hospital, fomos pouco depois atendidos pelo médico de serviço. Simpático, mandou umas piadas para o ar e tal, auscultou-a, e disso que era normal, e mandou-lhe logo um antibiótico e mais um xaropezito, para aviar logo ali a coisa. Como não somos médicos, saímos do hospital e fomos directamente á farmácia comprar os ditos medicamentos. A Mary, desconfiada perguntou ao farmacêutico se os tais medicamentos não fariam mal á bebé. O farmacêutico disse que não era normal receitar os ditos cujos a bebés tão pequenos, mas se o médico receitou… Pois, fomos para casa, a Mary como sempre antes de lhe dar o medicamento leu o folheto, e mais uma vez ficou perplexa, já que o tal antibiótico não se devia dar a crianças com menos de um ano! É preciso dizer mais alguma coisa? Mais, ontem, fomos ao pediatra (a pagar) da bebé, e ele disse que se tivéssemos dado os tais medicamentos a bebé ainda ficaria pior!
Agora, e desculpem me mais uma vez, este concelho, este país não é uma valente merda? (a palavra já está adicionada no dicionário do meu Word).
Continuando, e para não deixar este blog a cheirar muito mal, já vão duas, que depois de outras tantas visitas ao nosso bonito hospital, que os médicos erram. Mas erram com E grande. E isto, passou-se não directamente comigo, mas com a família marsupilami, e logicamente estava presente.
Ora, na primeira situação, aconteceu durante a gravidez da minha querida Mary. Numa consulta no hospital, já numa fase adiantada da gravidez, chegou-se á conclusão que era altura de resolver o problema que havia com a Mary, sem prejudicar claro a bebé. Ora, o médico dessa consulta, decide receitar um antibiótico, segundo ele o mais apropriado para resolver o tal problema. A Mary, deixa o hospital, e mesmo antes de ir para casa, passa na farmácia e compra o dito antibiótico. Cuidadosa como é, antes de o tomar decide ler o folheto. Lendo a composição do antibiótico, fica nada mais nada menos que perplexa quando descobre que o mesmo é composto por penicilina, á qual é desde sempre alérgica. Mais, no livrinho de grávida da Mary, estava logo na primeira folha a referência de que ela é alérgica á penicilina, que tinha sido escrito pela médica de família. Tivemos de ligar de novo para o hospital, descobrir o dia em que o dito médico estava de novo de serviço, e marcar nova consulta para a troca do antibiótico! Agora pergunto: Como é que o médico não viu isto? Será que o médico era cego? Não sabia ler?
Na segunda situação, aconteceu há poucos dias com a bebé marsupilami mais pequena. A bebé com este frio ficou constipada, com muito ranho no nariz, e como não se sabe assoar ainda porque tem quase 5 meses, não consegue expelir o ranhito, e como nos custa tanta vê-la assim, decidimos ir ás urgências do hospital a fim de resolver o problema. Chegados ao nosso bonito hospital, fomos pouco depois atendidos pelo médico de serviço. Simpático, mandou umas piadas para o ar e tal, auscultou-a, e disso que era normal, e mandou-lhe logo um antibiótico e mais um xaropezito, para aviar logo ali a coisa. Como não somos médicos, saímos do hospital e fomos directamente á farmácia comprar os ditos medicamentos. A Mary, desconfiada perguntou ao farmacêutico se os tais medicamentos não fariam mal á bebé. O farmacêutico disse que não era normal receitar os ditos cujos a bebés tão pequenos, mas se o médico receitou… Pois, fomos para casa, a Mary como sempre antes de lhe dar o medicamento leu o folheto, e mais uma vez ficou perplexa, já que o tal antibiótico não se devia dar a crianças com menos de um ano! É preciso dizer mais alguma coisa? Mais, ontem, fomos ao pediatra (a pagar) da bebé, e ele disse que se tivéssemos dado os tais medicamentos a bebé ainda ficaria pior!
Agora, e desculpem me mais uma vez, este concelho, este país não é uma valente merda? (a palavra já está adicionada no dicionário do meu Word).
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