Quando os EUA, Reino Unido e outros invadiram o Afeganistão, há mais de cinco anos, uma de suas principais preocupações - depois do terrorismo e do plantio de ópio - era o tratamento das mulheres pelo Taleban. A degradação das mulheres no Afeganistão conquistou grande parte da aprovação liberal para a guerra. Eram proibidas de ir à escola e obrigadas a usar longas burkas e se descobertas sem a mesma eram logo chicoteadas. Depois da queda de Cabul, vieram vários "especialistas em discriminação sexual", dedicados a dar poder às mulheres no Afeganistão. Todavia, o status das mulheres no Afeganistão não melhorou significativamente nos últimos cinco anos.
Muitas meninas em idade escolar não estão na escola; 85% da população feminina é analfabeta (mas também 71% da população é analfabeta) e 1.600 mulheres em cada 100.000 (1,6%) morrem de parto, comparadas com 12 nos EUA (0,012%).
Persistem os assassinatos de honra e os casamentos de crianças abaixo dos 16 anos em grande número. Ao caminhar pelas ruas, o visitante vê que a emancipação ao estilo ocidental está ainda bem distante. Há poucas mulheres nas ruas das cidades afegãs. Apesar de nem todas as mulheres usarem burka em Cabul, todas cobrem a cabeça
E afinal o Islão fica tão pertinho de nós! Ninguém pensa nelas?! Não há ninguém na Europa e muito menos em Portugal que pense nesses seres que ainda não sentem a força da discriminação sexual. Nós, aqui neste cantinho da Europa andamos entretidos nas lides do aborto e brevemente vamos brincar à da eutanásia… e depois talvez eu até pense que a pena de morte é urgente e ainda sinta saudades medievais daqueles tempos em que se cortavam partes do corpo para assim se conseguir impor a lei.
E um dia veremos que o mundo é islâmico e é aí que as crianças enchem o planeta...
1 comentário:
É inaceitavel a ipocrisia dos povos ricos e fortes deste planeta, ademais, aonde esta a força das mulheres feminista deste mundo, porque silenciam diante de tal atrocidade, quando nem tão necessario é, ficam buscando ibope via midia como o tal dia internacinal, e estas coitadas não tem o direito?, deichem de ipocrisia e de se acovardar, sejão realmente mais humanas com iguadade..
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