Vão dar início às obras na A1 e prolongar-se por dez longos meses.
Não sendo problema que muito preocupe os Billenses, as obras dentro da A1, pois existe alternativa um pouco mais abaixo e por enquanto de borla, o mesmo já não se poderá dizer no que respeita às consequências originadas com a demolição de pontes e sua reconstrução nos mesmos locais. Esta alternativa apresentada pela Brisinha irá causar transtornos gravíssimos aos utentes, muito em especial aos trabalhadores, comerciantes e industriais sediados na Zona Industrial do Reiligo. De igual forma todos aqueles que vivendo a Poente da A1 e tiverem que se deslocar de e para a Cova da Billa.
Estão previstas demolições e reconstruções em 5 pontes.
Duas delas são as que ligam a Cova da Billa ao mar e a que serve de ligação da Cova da Billa à A29.
Mas questiona-se, demolir porquê?
Se os tabuleiros não vão ser beneficiados com alargamentos, porquê a sua demolição?
O único fim em vista é obviamente minorar os custos de obra à Brisinha.
A nós isso pouco nos importa, a Brisinha também não tem qualquer tipo de contemplação com os utentes que não vêm ser-lhes efectuado qualquer desconto pela utilização dos troços em obras, apesar de todos os contratempos.
Nos distritos próximos da capital, curiosamente a Brisinha não teve o mesmo tipo de actuação. Todas as pontes ficaram exactamente nos mesmos locais e à mesma cota, fosse com estruturas metálicas pré-fabricadas fosse com o sistema de tirantes ou amarração aos encontros. Desta forma evitam-se as estradas tipo montanha russa como na terra do Angelito, que é o caso mais recente.
Se estamos também e ainda em terras de Dom Afonso Henriques(é mesmo Afonso, não confundam com o Barbinhas, o primeiro tinha-os no sítio e não admitia sacanices nem à própria mãe), qual a razão porque próximo da capital as pessoas são tratadas de uma forma e cá para riba somos tratados como anginhos ou pacóvios?
Se já tiveram esse cuidado no sub-lanço Cova da Billa-Regedoira com a ponte do Vouguinha, que ficou exactamente no mesmo sítio, porque não fazerem o mesmo agora mais para sul? É que m...a já foi feita neste troço e suficiente para cheirar mal que chegue, veja-se o que está a acontecer na terra do Chico ali junto ao broquista.
Sem dúvida que o mais fácil e mais barato para a Brisinha é demolir, subir a cota das pontes metro e meio e construir no mesmo local.
Quando fizerem isto na Coba, com os encontros das novas pontes vai ser o bom e o bonito, mas muitíssimo pior será o que vai acontecer em Travancais, com a cota da estrada a subir o metro e meio e as casas a ficarem lá mais abaixo, com chuva, vai ser muito complicado, e como vai ser com a escola de ensino básico quase no limiar do encontro da nova ponte? Será que vão fazer uma pista de skate para as criancinhas entrarem de lanço na escola?
Em Soito, aquela gente ainda não refeita das obras na antiga EN327, agora que começavam a ficar com possibilidade de voltar a circular por lá vêm a ponte subir também metro e meio, como vai ser com as casas a uma cota inferior? E como vai ser com o saneamento? E com a água?
Resignarmo-nos como o Senhor Vereador Midinho, que diz que vai ser preciso ter muita paciência? Ou lutarmos pelo que é justo, elementar e mais correcto? Paciência temos nós tido e muita, não venham com mais pedidos de paciência para quem já tem a paciência a esgotar-se pela falta de saneamento.
Estão previstas demolições e reconstruções em 5 pontes.
Duas delas são as que ligam a Cova da Billa ao mar e a que serve de ligação da Cova da Billa à A29.
Mas questiona-se, demolir porquê?
Se os tabuleiros não vão ser beneficiados com alargamentos, porquê a sua demolição?
O único fim em vista é obviamente minorar os custos de obra à Brisinha.
A nós isso pouco nos importa, a Brisinha também não tem qualquer tipo de contemplação com os utentes que não vêm ser-lhes efectuado qualquer desconto pela utilização dos troços em obras, apesar de todos os contratempos.
Nos distritos próximos da capital, curiosamente a Brisinha não teve o mesmo tipo de actuação. Todas as pontes ficaram exactamente nos mesmos locais e à mesma cota, fosse com estruturas metálicas pré-fabricadas fosse com o sistema de tirantes ou amarração aos encontros. Desta forma evitam-se as estradas tipo montanha russa como na terra do Angelito, que é o caso mais recente.
Se estamos também e ainda em terras de Dom Afonso Henriques(é mesmo Afonso, não confundam com o Barbinhas, o primeiro tinha-os no sítio e não admitia sacanices nem à própria mãe), qual a razão porque próximo da capital as pessoas são tratadas de uma forma e cá para riba somos tratados como anginhos ou pacóvios?
Se já tiveram esse cuidado no sub-lanço Cova da Billa-Regedoira com a ponte do Vouguinha, que ficou exactamente no mesmo sítio, porque não fazerem o mesmo agora mais para sul? É que m...a já foi feita neste troço e suficiente para cheirar mal que chegue, veja-se o que está a acontecer na terra do Chico ali junto ao broquista.
Sem dúvida que o mais fácil e mais barato para a Brisinha é demolir, subir a cota das pontes metro e meio e construir no mesmo local.
Quando fizerem isto na Coba, com os encontros das novas pontes vai ser o bom e o bonito, mas muitíssimo pior será o que vai acontecer em Travancais, com a cota da estrada a subir o metro e meio e as casas a ficarem lá mais abaixo, com chuva, vai ser muito complicado, e como vai ser com a escola de ensino básico quase no limiar do encontro da nova ponte? Será que vão fazer uma pista de skate para as criancinhas entrarem de lanço na escola?
Em Soito, aquela gente ainda não refeita das obras na antiga EN327, agora que começavam a ficar com possibilidade de voltar a circular por lá vêm a ponte subir também metro e meio, como vai ser com as casas a uma cota inferior? E como vai ser com o saneamento? E com a água?
Resignarmo-nos como o Senhor Vereador Midinho, que diz que vai ser preciso ter muita paciência? Ou lutarmos pelo que é justo, elementar e mais correcto? Paciência temos nós tido e muita, não venham com mais pedidos de paciência para quem já tem a paciência a esgotar-se pela falta de saneamento.
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