03 fevereiro, 2009

Depósitos ou Escolas?

A associação de Pais do Porto, pretende um alargamento do horário das escolas até às 19 horas para que educanoivosos filhos lá  possam ficar depositados.... depositados não, que é isso é kouza não pedagógica!

Ora, eu estou contra! É preferível fazer as coisas de uma só vez.

Está na hora de escolhermos uma educadora ou professora compatível com os nossos gostos e nomeá-la como mãe dos nossos amados filhos.

Depositamos os nossos queridos e muito amados filhos à segunda-feira e vamos busca-los ao sábado de manhã!

Ainda pensei na sexta-feira à noite, mas isso vai estragar em muito a nossa saída de fim-de-semana.

E a educadora \ professora, não tem direitos? Claro que sim. Tem o direito de escolha de aceitar ou se desempregar, porque se não querem, não falta quem queira!

Quem também já deu opinião, se há ainda quem considere que o papá de alguns pais e líder da conkaf ainda tem opinião! Na sua opinião, depois de lhe ter sido transmitida pela sua patroa... claro que é a favor. Assim também teria a vantagem de haver serviços mínimos aquando houvesse greve dos professores.

Talvez por ter sido um fervoroso turista de fim-de-semana em idas domingueiras a Tuy comprar caramelos, volta, como sempre, a fazer referências a Espanha.

Também esteve bem, pelo menos perante os que lhe pagam, quando refere duas vezes sem ninguém lhe perguntar nada que “não confundo um sindicato ou alguém que fala por eles, com todos os professores”! Já agora este Papá fala em nome de quem?

Penso, como ele, que esta medida a ser implantada não é um mero “depositar de crianças” nas escolas mas sim algo pedagógico! Ora, nada melhor que ir já habituando os nossos amados filhos a prepararem-se para o futuro. E o futuro, como sabemos, está no divórcio cada vez em maior número dos pais. Assim, “provocamos” de imediato o divórcio entre o Casal e a escola. Fica a escola no papel de mãe a tomar conta dos filhos durante a semana, e o casal, no papel de pai, que vai visitá-lo ao fim de semana, pagando uma pequena pensão para alimentos. Verão que caso o casal se divorcie, os nossos amados filhos nem notarão a diferença. Com um pouco mais de “sorte” até somos capaz de conseguir que os nossos amados filhos nos esqueçam, e queiram ser apenas filhos da educação, tendo como referências a Lurditas e o seu assalariado Papá dos poucos pais!

Conhecendo como conheço algumas pessoas que fazem parte de associações de pais, correndo até o risco de não concordarem comigo, gostaria de perguntar-lhes se têm algum tipo de pretensão a virem a ser assalariados e por isso mantêm-se comodamente calados concordando ou não com o Papá, ou se estão calados, porque no fundo até acham que o senhor Papá até é um bom representante dos poucos Papás que ele representa?

Queria salientar que muitos dos casais que não tem filhos, gostariam de ter o Papá como pai dos seus inexistentes filhos...mas apenas enquanto inexistentes!

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