29 janeiro, 2010

amaDEUZinho – a Rolha e o sapato!

No inicio da semana, segunda-feira, o nosso estimado “putado” da nação, “amaDEUZinho”, juntamente  com os seus companheiros do distrito passaram o dia pelo nosso concelho e o de S. João da Madeira para se inteirarem dos assuntos da indústria corticeira e do calçado.

Numa nota pessoal, o nosso “amaDEUZinho” refere que as reuniões que tiveram com os sindicatos do calçado e da cortiça, com a APiCCAPS e com a APCOR, e com os Presidentes das Câmaras da Feira e São João da Madeira, deixaram-no esperançado e convencido que “mais uma vez, a nossa região vai conseguir sair da crise em que se encontra. Com esforço, todos juntos, de certeza que conseguiremos.”
Entretanto na página do grupo parlamentar dos Laranjas, o assunto também merece destaque!
Passo a transcrever:
Deputados do PSD exigem financiamento mais fácil para empresas do Calçado e Cortiça
A iniciativa foi tomada após visita aos concelhos de Santa Maria da Feira e S. João da Madeira, no dia 25 de Janeiro
Facilitar o acesso ao financiamento na banca e aos seguros de crédito é fundamental para a sustentabilidade de dois dos mais importantes sectores da Economia do País - o Calçado e a Cortiça - É a principal conclusão dos deputados do PSD eleitos pelo círculo de Aveiro após a visita aos concelhos de Santa Maria da Feira e S. João da Madeira, no âmbito da iniciativa mensal que se propõe tomar o pulso à realidade do Distrito.
Os eleitos do PSD dedicaram a jornada a ouvir sindicatos e associações empresariais de ambos os sectores, tendo por base a sua preocupação relativamente ao desemprego que afecta dois dos concelhos mais industrializados do País.
"Pensar português. É o que falta em Portugal" - concluiu o deputado Couto dos Santos, depois de ouvir as preocupações e aspirações dos representantes dos sindicatos da Cortiça e do Calçado e da Associação Portuguesa da Cortiça e da APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes e Artigos de Pele e Seus Sucedâneos).
Os deputados quiseram tomar o pulso à realidade social e económica dos concelhos da Feira e S. João da Madeira e acreditam que a solução passa por uma intervenção mais assertiva do Governo, no que toca ao planeamento de medidas a longo prazo que possam de facto ser uma mais-valia para as empresas da Cortiça e Calçado.
"As políticas de longo prazo devem ser desenhadas por todos os partidos políticos e não apenas por aquele que está no Governo, sob pena das mesmas estarem condenadas a morrer ao cabo de quatro anos" - afirmou Couto dos Santos, na conferência de imprensa que se seguiu às reuniões de trabalho.
Na opinião do deputado, esta mudança de atitude do Governo é fundamental para que os sectores industriais com mais peso na economia portuguesa possam alcançar a recuperação, estabilidade e crescimento desejados.
Assim sendo, os deputados eleitos por Aveiro consideram, face ao exposto pelos patrões e trabalhadores, que, quer no sector do Calçado quer no da Cortiça, é importante facilitar o acesso a linhas de crédito da banca e a seguros de crédito, concebidos para a exportação. Couto dos Santos salientou que estes factores podem contribuir para uma profunda alteração do quotidiano das empresas que, desta forma, adquirem o capital necessário para colmatar os efeitos provocados pela conjuntura económica negativa.
"Notámos que quer no Calçado quer na Cortiça o sentimento é de esperança quanto ao futuro. Um sentimento partilhado por empresários e trabalhadores"- salientou o social-democrata, realçando que este positivismo é, sobretudo, oriundo do esforço desenvolvido, durante anos, pelas empresas em termos de inovação tecnológica e acções promocionais. "E também dos trabalhadores. Apesar de persistirem algumas incertezas, notámos que estão mais optimistas e que não querem desistir, pelo que não será por causa deles que a crise não será combatida".
Os deputados lembraram ainda que estes dois sectores representam dois mil milhões de euros das exportações anuais de Portugal e empregam mais de 45 mil trabalhadores, razões mais do que suficientes para uma atenção especial por parte do Estado. "Se há um banco com capitais públicos, deve estar ao serviço da Economia, especialmente das pequenas e médias empresas que são, aliás, a força motora dos sectores da cortiça e do calçado. De outro modo não vale a pena a existência de um banco público" - apontou Couto dos Santos, afirmando ser "inaceitável" que as empresas não possam aceder a financiamentos bancários que lhes permitiria a retoma económica e até a manutenção dos postos de trabalho.
Estas são estas as conclusões que os deputados prometem levar até à Assembleia da República e apresentá-las aos representantes dos ministérios da tutela. "Assumimos, durante a campanha eleitoral, um compromisso de proximidade com a população e instituições de Aveiro e é isso que estamos a fazer aqui hoje" - referiu o deputado, prometendo intervir junto do Governo para que aspretensões dos trabalhadores e patrões da cortiça e calçado sejam ouvidas.

1 comentário:

Anónimo disse...

Assim, sim. Isto é honrar as promessas. Temos gente. Parabéns.