Notando haver “um plano tímido que envolve 76 escolas”, Amadeu Albergaria salientou que o secretário de Estado da tutela anunciara que haveria verbas específicas do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) para colmatar a falha. O deputado manifestou, então, preocupação relativamente à data de abertura das candidaturas, quais os valores nesta primeira fase e quem poderia candidatar-se.
“Se for o ministério, ainda há condições técnicas nas direcções regionais para assumir o processo?” – interrogou o deputado, direccionando, depois, a pergunta noutro sentido: “se forem as autarquias, será com transferência de competências e, a ser, essa será a condição indispensável?”.
Amadeu Albergaria disse concordar com o investimento do Estado nas escolas, “até porque têm reflexo na recuperação económica de que o País necessita”. Sublinhou o projecto de desenvolvimento do pré-escolar, a estratégia para o 1º ciclo através dos centros escolares, e o trabalho da “Parque Escolar” no que toca ao ensino secundário. A preocupação vai, assim, para “o vazio” em torno dos 2º e 3º ciclos.
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