
Primeiro como no Japão, foi um tremor de terra que abalou Canedo. As reacções não foram de pânico mas também não foram daquela calma, olímpica quase diríamos, que pelas imagens das televisões, vimos aos nipónicos. Nada disso. É que afinal e no final, só duas, vá lá três casas tremeram durante o abalo. Esta terceira, porque pública e é público anda tremida desde há muito. Rachadelas não faltam. Já as outras duas, foram construídas, ou não sejam pertença de homens da arte, sob as normas anti-sísmicas vigentes. Só desejo é que ninguém fique a cismar nisso, até porque, as casas estavam armadas contra isso e muito mais.
Mas como no Japão, o pior estava para vir: o tsunami. O alerta vermelho ou rosa se preferirem, foi emitido, de tal maneira que, no fim-de-semana, não se falava noutra coisa: “ia levar tudo na sua frente”, previa-se.
Ficamos sem saber se veio, se está para vir, também não interessa. Vindo ou não vindo, o que concluímos, é que não passa de um tsunami dos pequeninos e porque, o vento, que é questão fulcral nestas catástrofes, é que vai ser barrido.