De acordo com o vice-presidente da Câmara da Feira, que acompanhou o presidente do executivo, Alfredo Henriques, e o secretário de Estado, vão agora ser solicitados estudos ao LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) e à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto para averiguar sobre as condições do edifício e avaliar sobre a viabilidade da sua recuperação em termos de custos.
“Dependendo do resultado dos estudos, aquelas instalações podem ser aproveitadas pelo Ministério para ali colocar alguns serviços do Tribunal ou até pela Câmara Municipal que, para ali, poderá transferir algumas das repartições que tem a funcionar em espaços arrendados”.
Emídio Sousa ressalva que esta é apenas uma hipótese, pois a autarquia está disponível para ouvir as sugestões do Ministério da Justiça.
Por enquanto, não há datas fixadas para uma decisão, sendo que Emídio Sousa acredita que qualquer posição deverá ser tomada a médio ou longo prazo.
As antigas instalações do Palácio da Justiça foram desactivadas em 2008, por alegado risco de derrocada. Os serviços funcionam agora no edifício situado nas traseiras.
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