Se as conhecemos de vista é pelo ouvido que elas mais se fazem notar. Quando as pisamos, provocamos aquele tum-tum tão peculiar que, ao ritmo sincopado a que se faz ouvir, até parece que viajamos de comboio. Pura ilusão, é nas nossas carripanas que circulamos e vamos dando cabo das suas suspensões e dos nossos nervos ao som daquelas batidas que vos falei.
Nem em estradas do terceiro mundo encontramos disto. É que eles não têm nem saneamento nem as outras coisas para serem tampadas. Azar o deles. Mas, também se livraram das tampas. Nada mau. Nós podemos até, como é o caso, nem ter saneamento em todos os lados, mas tampas, dessas não nos livramos. Estão omnipresentes.
Para não irmos mais longe, vamos até aqui bem perto aos nossos vizinhos galegos. Saneamento e todo o resto, não faltam por certo. Andamos nas suas estradas e tampas, podemos vê-las, ouvir é que não.
O defeito, está à vista e não é das tampas não senhor é dos senhores que as colocam. Pura e simplesmente não sabem. Ou ficam umas mais acima ora outras mais abaixo do piso e algumas, até ficam a balançar. Niveladas é que não.
Vá lá senhores artífices desta arte de tamponar (?), façam lá um esforcozinho e ponham-se ao nível, já não digo mais , mas de nuestros hermanos e às tampas, coloquem-nas ao nível.
2 comentários:
Já parti uma jante. E ninguém quer assumir a responsabilidade
Isto nem parece de ti xeirinhas. Tamponar é de Tampax é coisa de mulheres. Quanto ao resto nada a dizer, a foto diz tudo.
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