03 janeiro, 2006

POLITIQUICES

Bem pelo título já sabem do que vou falar...Infelizmente em pleno século XXI, Portugal encontra-se num marasmo de ideias e princípios. Uns pensam que são políticos, outros pensam que percebem de politica!Os políticos são cada vez piores, sem sentido de estado, ou o que isso significa, que não se preocupam com o que o povo precisa, só querem mediatismo, tem poucas ideias, e as quem tem, duvido que tenham coragem para as aplicar...

Também, espero que não tenham a ideia de que os eleitores saibam votar em consciência! Apenas se dignam a não votar ou a ir votar neste ou naquele. No fundo estão aprisionados a poucas hipóteses.

Não me venham dizer que com o tempo nada muda, só se nós quisermos! Já não acredito nisso, tudo muda!!! É esta a pura e triste realidade!!! Em Portugal nada tem mudado de há muitos, muitos anos, temos sim acumulado e crescido com base na injecção de recursos, não há saltos por muito que nos queiram fazer crer. É o país das cunhas e dos amigos e não vale a pena tantos aborrecimentos e tantas ofensas. Podemos perfeitamente mudar o nosso tom de voz, alterar algumas palavras no nosso discurso e temos a paz…

Johann Wolfgang von Goethe, in: 'Máximas e Reflexões’ diz o seguinte:

"A inveja e o ódio, mesmo se acompanhados pela inteligência, limitam o indivíduo à superfície daquilo que constitui o objecto da sua atenção. Mas, se a inteligência se irmana com a benevolência e com o amor, consegue penetrar em tudo o que nos homens e no mundo há de profundo. E pode mesmo acalentar a esperança de atingir o que possa haver de mais elevado."

5 comentários:

fritzthegermandog disse...

caro alvagia,

devo começar por dizer que posts como o seu devem ser aos milhões pela blogosfera portuguesa (que o país é isto, que é aquilo, que somos uns pobres e uns ignorantes e de que não há futuro e que os outros é que são bons etc.. etc.. etc... etc... "ad nauseum"). Além desses factos de que quase irremediavelmente padecemos, há um outro comum a todos esse mesmos posts: a culpa é dos políticos, e da política (ou da politiquice).
Deixe que me confesse: não sou republicano, ando aliás muito longe disso. em consequência as eleições e os candidatos à república não me dizem absolutamente nada (nada mesmo!). Mas há uma coisa que um deles (soares) diz com inteira razão: a culpa nunca é dos empresários dos comerciantes ou dos trabalhadores no que respeita à economia: é dos políticos. a culpa nunca é dos professores, dos funcionários, dos alunos ou dos editores na educação: é dos políticos. a culpa nunca é dos médicos, dos enfermeiros, dos auxiliares, dos administradores, dos maqueiros na saúde, é dos poíticos. a culpa nunca é das IPSS e seus directores, das assistentes sociais, dos técnicos de geriatria, é dos políticos etc... etc... etc... uma vez mais "ad nauseum". O avalgia não acha que há algo de profundamente preverso neste tipo de discurso uma vez que ele corresponde a uma total desresponsabilização da sociedade como um todo e a demonização de um conjunto de pessoas cuja legitimidade decorre dessa mesma sociedade? Caríssimo, não seja também você um grandessíssimo chato!

K.L.(blogboss) disse...

Meu caro fritzthegermandog, antes de mais os meus agradecimentos pelo seu comentário.
Cumpre-me apenas fazer uma correcção que é da mais elementar justiça. Ainda para mais por ser única neste nosso blog, a Alvagia É UMA MENINA.
Assim sendo, nunca poderá ser um grandessíssimo chato, na pior das circunstâncias, uma grandessíssima chata

Alvagia disse...

Não atingiste o alvo efémero das minhas palavrinhas..sorry..fica para a próxima...

fritzthegermandog disse...

Caro blogboss,

não têm que agradecer o comentário. fi-lo com o maior gosto, sendo que, obviamente, não retiriaria e não retirarei nada do respectivo conteúdo pela circunstância de o alvagia, ser factualmente, uma.
Contudo, porque faço questão em persistir e fazer uso das boas maneiras, talvez pudesse antes dizer (atento o pressuposto errado de que parti): Caríssima Alvagia, não seja também uma aborrecida.

Anónimo disse...

Das duas uma. Ou ele � novo e n�o pensa ou � da monarquia e tamb�m n�o pensa.