Recentemente cheguei a uma conclusão sustentável sobre aquilo a que se chama governo rosa e socialista! Desconfio que existe uma dinâmica móbil sobre o que se pretende. São divulgados os resultados relativos à actividade das escolas quanto à questão de exames nacionais.
Embora existam vários conceitos estatísticos e muitas formas estranhas de se fazer estatística, estas dependem sempre dos objectivos desejados. Qualquer uma que se apresente depende da qualidade dos que estão em Lisboa sentados atrás de uma secretária, completamente ignorantes do que é o ensino real. E todos nós sabemos que desconhecem os manuais escolares ou até os programas emanados de outro grupo qualquer da sala ao lado. E o pior disto tudo é que elaboram exames mega-dificéis para mostrar ao resto dos mortais que os alunos até nem sabem nada e os professores é que são os culpados. E para completar o quadro, aparece-nos uns jornais nacionais a classificar escolas, como se alguma vez fossem especialistas em análise e estatística.
Andei preocupada com os vários rankings de escolas! Cada jornal, cada sentença! Como sempre, vi no café do costume o Jornal de Notícias e fiquei com a ideia de que as três secundárias do nosso concelho estavam com pontuações idênticas. Entretanto, reparei que outros jornais alteravam essa ideia. Mas afinal valerá a pena apresentar tais publicações? Isto só demonstra que os jornais estão tão confusos como o nosso governo e apenas querem é ocupar páginas e páginas. Se desejam fazer algo cientificamente mais aproximado do que é a realidade tentem agrupar as escolas pelo número de exames e também pela diversidade dos mesmos e excluam o que está fora do país.
Um dos jornais com critérios próprios e mais completo na sua abordagem é o Jornal de Notícias! Mesmo assim, realçam o facto de Aveiro estar acima da média nacional. Mostra o número de exames e respectiva média. Ficamos com a ideia de que por exemplo a secundária de Fiães é a melhor em Português A, e a da Feira é a melhor em Filosofia, Psicologia e Sociologia e o Colégio Liceal é o melhor a Desenho e Geometria Descritiva B. As restantes médias são praticamente idênticas.
Também obter essa classificação não corresponde exactamente ao maior número de entradas nas faculdades. Depois, comparar jovens com estatuto social e económico de colégios ricos com os outros, que só contam com a escola e os serviços sociais não é o mais correcto. Mas ridículo é gabar a escola secundária Soares dos Reis no Porto, sabendo nós que lá só se fazem exames a quatro disciplinas e os alunos limitam-se a artes.
Depois disto tudo resta-nos o nosso Pasquim que não foi capaz de fazer a sua própria estatística, limitando-se à do jornal “Público”, a qual se revela a menos incapaz nas suas fórmulas matemáticas. Ou então compravam uns 4 ou 5 jornais e faziam a súmula dos mesmos em forma de texto.
Poderiam ir mais longe dando os parabéns e publicando o nome de todos os alunos do concelho que entraram nas várias faculdades do nosso país e talvez tivessem uma surpresa ao contar pelos dedos os números reais e só depois poderiam adiantar qual a melhor escola. Não é apontar um ou dois nomes que faz o sucesso/insucesso de uma escola.
Embora existam vários conceitos estatísticos e muitas formas estranhas de se fazer estatística, estas dependem sempre dos objectivos desejados. Qualquer uma que se apresente depende da qualidade dos que estão em Lisboa sentados atrás de uma secretária, completamente ignorantes do que é o ensino real. E todos nós sabemos que desconhecem os manuais escolares ou até os programas emanados de outro grupo qualquer da sala ao lado. E o pior disto tudo é que elaboram exames mega-dificéis para mostrar ao resto dos mortais que os alunos até nem sabem nada e os professores é que são os culpados. E para completar o quadro, aparece-nos uns jornais nacionais a classificar escolas, como se alguma vez fossem especialistas em análise e estatística.
Andei preocupada com os vários rankings de escolas! Cada jornal, cada sentença! Como sempre, vi no café do costume o Jornal de Notícias e fiquei com a ideia de que as três secundárias do nosso concelho estavam com pontuações idênticas. Entretanto, reparei que outros jornais alteravam essa ideia. Mas afinal valerá a pena apresentar tais publicações? Isto só demonstra que os jornais estão tão confusos como o nosso governo e apenas querem é ocupar páginas e páginas. Se desejam fazer algo cientificamente mais aproximado do que é a realidade tentem agrupar as escolas pelo número de exames e também pela diversidade dos mesmos e excluam o que está fora do país.
Um dos jornais com critérios próprios e mais completo na sua abordagem é o Jornal de Notícias! Mesmo assim, realçam o facto de Aveiro estar acima da média nacional. Mostra o número de exames e respectiva média. Ficamos com a ideia de que por exemplo a secundária de Fiães é a melhor em Português A, e a da Feira é a melhor em Filosofia, Psicologia e Sociologia e o Colégio Liceal é o melhor a Desenho e Geometria Descritiva B. As restantes médias são praticamente idênticas.
Também obter essa classificação não corresponde exactamente ao maior número de entradas nas faculdades. Depois, comparar jovens com estatuto social e económico de colégios ricos com os outros, que só contam com a escola e os serviços sociais não é o mais correcto. Mas ridículo é gabar a escola secundária Soares dos Reis no Porto, sabendo nós que lá só se fazem exames a quatro disciplinas e os alunos limitam-se a artes.
Depois disto tudo resta-nos o nosso Pasquim que não foi capaz de fazer a sua própria estatística, limitando-se à do jornal “Público”, a qual se revela a menos incapaz nas suas fórmulas matemáticas. Ou então compravam uns 4 ou 5 jornais e faziam a súmula dos mesmos em forma de texto.
Poderiam ir mais longe dando os parabéns e publicando o nome de todos os alunos do concelho que entraram nas várias faculdades do nosso país e talvez tivessem uma surpresa ao contar pelos dedos os números reais e só depois poderiam adiantar qual a melhor escola. Não é apontar um ou dois nomes que faz o sucesso/insucesso de uma escola.
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