Eu até já sabia que vivia num país onde as promessas são compridas e nunca cumpridas!Já sabia que vivia num pais de solteiros, pelo menos a culpa morre sempre assim!
Agora, e peço desculpa por ser só agora, fiquei a perceber que vivemos talvez num país do faz de conta!
Algumas kouzas soltas levaram-me a ter esta opinião:
- Sócrates diz num lado qualquer numa qualquer conferência que fará campanha pelo SIM ao aborto, pois assim deixaremos de ser um dos países mais atrasados da Europa. (é mesmo só isso que falta para aproximarmo-nos do pelotão da frente)
- Edite Estrela, no mesmo sítio sobre o mesmo assunto diz que teremos de ter uma lei bastante mais branda, pois está comprovado que se as leis forem mais brandas também os “fora-da-lei” são em menor número. (a “menina” será automobilista? Será que vivemos no mesmo país onde a desculpa para agravar ainda mais as multas é “estas serem um travão para os infractores”? Porque não passa a ser 180 km hora como limite nas auto-estradas? Se assim for, todos passarão a andar a 90 ou 100 km no máximo)
- Vemos um “gajo” que parece ser secretário de Estado a dizer-nos que a luz aumentará 16 % por culpa dos consumidores domésticos. Poucas horas depois um outro “gajo” ministro diz que tais aumentos são inaceitáveis. (por acaso, antes de Fevereiro os aumentos não poderiam ultrapassar o valor da inflação. Quem alterou isso?)
- Agora temos as portagens nas “SCUTs”.
Em primeiro lugar é a queda de uma importante promessa eleitoral. Desta vez a desculpa é que o poder económico dos habitantes das áreas afectadas são já suficientes para se poder pagar portagem. Ando eu aqui a enriquecer nestes últimos anos e nem tinha dado por isso.
O curioso da kouza é que no Algarve pelos vistos estão muito pobres! Mesmo sendo o paraíso do turismo. Mesmo tendo como alternativa uma estrada nacional 125 em toda a costa.
Surgindo agora um estudo onde se aconselha exactamente o contrário, o ministro já admite poder rever algumas portagens.
Para não falar de outras kouzas, como por exemplo as clínicas muito bem equipadas para ser fazer o aborto e não se preocuparem com alguns degradados estabelecimentos de saúde. Pelos vistos, o aborto deve ser um grande negócio!
Tenho razão? É mesmo um faz de conta? Se sim for, aceitem as minhas desculpas por demorar tanto tempo a chegar a tal conclusão!
Agora, e peço desculpa por ser só agora, fiquei a perceber que vivemos talvez num país do faz de conta!
Algumas kouzas soltas levaram-me a ter esta opinião:
- Sócrates diz num lado qualquer numa qualquer conferência que fará campanha pelo SIM ao aborto, pois assim deixaremos de ser um dos países mais atrasados da Europa. (é mesmo só isso que falta para aproximarmo-nos do pelotão da frente)
- Edite Estrela, no mesmo sítio sobre o mesmo assunto diz que teremos de ter uma lei bastante mais branda, pois está comprovado que se as leis forem mais brandas também os “fora-da-lei” são em menor número. (a “menina” será automobilista? Será que vivemos no mesmo país onde a desculpa para agravar ainda mais as multas é “estas serem um travão para os infractores”? Porque não passa a ser 180 km hora como limite nas auto-estradas? Se assim for, todos passarão a andar a 90 ou 100 km no máximo)
- Vemos um “gajo” que parece ser secretário de Estado a dizer-nos que a luz aumentará 16 % por culpa dos consumidores domésticos. Poucas horas depois um outro “gajo” ministro diz que tais aumentos são inaceitáveis. (por acaso, antes de Fevereiro os aumentos não poderiam ultrapassar o valor da inflação. Quem alterou isso?)
- Agora temos as portagens nas “SCUTs”.
Em primeiro lugar é a queda de uma importante promessa eleitoral. Desta vez a desculpa é que o poder económico dos habitantes das áreas afectadas são já suficientes para se poder pagar portagem. Ando eu aqui a enriquecer nestes últimos anos e nem tinha dado por isso.
O curioso da kouza é que no Algarve pelos vistos estão muito pobres! Mesmo sendo o paraíso do turismo. Mesmo tendo como alternativa uma estrada nacional 125 em toda a costa.
Surgindo agora um estudo onde se aconselha exactamente o contrário, o ministro já admite poder rever algumas portagens.
Para não falar de outras kouzas, como por exemplo as clínicas muito bem equipadas para ser fazer o aborto e não se preocuparem com alguns degradados estabelecimentos de saúde. Pelos vistos, o aborto deve ser um grande negócio!
Tenho razão? É mesmo um faz de conta? Se sim for, aceitem as minhas desculpas por demorar tanto tempo a chegar a tal conclusão!
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