Já ninguém acredita quando saliento os itens de qualidade de vida em Santa Maria da Feira!
Perante o que acontece, nem posso falar em sustentabilidade do concelho! Também, nem vou referir o já ridículo pseudo-saneamento concelhio!
Vou apenas referir como se pode satisfazer as necessidades básicas dentro da cidade e até nem vou mencionar o caos extra-cidade ou relembrar a escassa evolução das mesmas.
De facto, a ideia de qualidade de vida tem vindo a ser discutida a um nível genérico, frequentemente assente em recomendações vagas e gerais que visam a melhoria das condições de vida das populações. Trata-se de uma ideia consideravelmente abrangente, que não deixa de encerrar algumas ambiguidades advindas, em boa medida, das múltiplas aproximações teóricas e dos vários contextos sócio-espaciais a que se refere. Explica-se,
assim, a dificuldade de obter significados consensuais ou um acordo sobre os elementos a medir e monitorizar para avaliar a qualidade de vida de determinada população. Conclui-se que o concelho precisa de gestores de recursos e não de politiqueiros ao sabor das cunhas e dos amigos!
Não ter qualidade de vida é não ter electricidade ou então essa andar aos saltos e aniquilar tudo o que é electrodomésticos. É o que acontece constantemente na nossa cidade! E este ano nem se pode culpar as luzinhas natalícias. É vergonhoso que a cidade tenha uma estrutura eléctrica ao nível de qualquer país de 3º mundo. Talvez o motivo de tal deficiência se deva á ignorância de tais situações pelo presidente do concelho. Talvez na freguesia onde vive nunca aconteçam tais cortes de luz.
Outra má qualidade de vida acontece nos transportes, refiro-me à Transfeira. Quem recorre a eles é sem dúvida a classe menos favorecida em termos monetários. E a voz desses nunca chega a quem manda ou tem poder. Além de ser um transporte limitado em termos de percurso, também não cumpre horários. Há pessoas que esperam horas e afirmam que o autocarro desaparece nas horas de maior intensidade. É uma pena não passar um autocarro de 10 em 10 minutos.
E que interessa ter um hospital sem acesso? Afirmo que as freguesias a norte do concelho preferem consultas nos hospitais no concelho a norte, apenas porque têm mais transportes e em horas mais diversificadas.
Falta concorrência…
Perante o que acontece, nem posso falar em sustentabilidade do concelho! Também, nem vou referir o já ridículo pseudo-saneamento concelhio!
Vou apenas referir como se pode satisfazer as necessidades básicas dentro da cidade e até nem vou mencionar o caos extra-cidade ou relembrar a escassa evolução das mesmas.
De facto, a ideia de qualidade de vida tem vindo a ser discutida a um nível genérico, frequentemente assente em recomendações vagas e gerais que visam a melhoria das condições de vida das populações. Trata-se de uma ideia consideravelmente abrangente, que não deixa de encerrar algumas ambiguidades advindas, em boa medida, das múltiplas aproximações teóricas e dos vários contextos sócio-espaciais a que se refere. Explica-se,
assim, a dificuldade de obter significados consensuais ou um acordo sobre os elementos a medir e monitorizar para avaliar a qualidade de vida de determinada população. Conclui-se que o concelho precisa de gestores de recursos e não de politiqueiros ao sabor das cunhas e dos amigos!
Não ter qualidade de vida é não ter electricidade ou então essa andar aos saltos e aniquilar tudo o que é electrodomésticos. É o que acontece constantemente na nossa cidade! E este ano nem se pode culpar as luzinhas natalícias. É vergonhoso que a cidade tenha uma estrutura eléctrica ao nível de qualquer país de 3º mundo. Talvez o motivo de tal deficiência se deva á ignorância de tais situações pelo presidente do concelho. Talvez na freguesia onde vive nunca aconteçam tais cortes de luz.
Outra má qualidade de vida acontece nos transportes, refiro-me à Transfeira. Quem recorre a eles é sem dúvida a classe menos favorecida em termos monetários. E a voz desses nunca chega a quem manda ou tem poder. Além de ser um transporte limitado em termos de percurso, também não cumpre horários. Há pessoas que esperam horas e afirmam que o autocarro desaparece nas horas de maior intensidade. É uma pena não passar um autocarro de 10 em 10 minutos.
E que interessa ter um hospital sem acesso? Afirmo que as freguesias a norte do concelho preferem consultas nos hospitais no concelho a norte, apenas porque têm mais transportes e em horas mais diversificadas.
Falta concorrência…
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