29 maio, 2007

Segunda de 4 seguidas!

Kouzas e Louzas

Ora, sejam bem vindos a mais um programa “4 Seguidas” com a senhora Eng. Vurrakova Loiranov, directamente de Mozelos!
Antes de mais, queremos aqui denunciar a censura que fomos alvo hoje de tarde! Em reunião marcada como urgente hoje na Cambra por parte dos avariadores, e talvez após denúncia do clero, acharam escandaloso ver a nossa engenheira ter o mamilo a descoberto! Segundo eles, optaram por uma medida razoável para todos. Tapar o mamilo da senhora com um paninho!
Visto isto, avancemos então para o programa de hoje, que como já disse, estamos em directo da bonita terra de Mozelos.

Kouzas e Louzas

Shrek- Boa noite senhora Eng. Vurrakova Loiranov! Neste caso em Mozelos, temos um pavilhão que já está em pleno funcionamento mas que ainda não tem muros a vedar o espaço!
Eng. Vurrakova Loiranov- Boa noite, de facto é uma clara demonstração deste empresário contra a escravatura e contra a economia fechada! Os muros causariam a impressão de uma economia fechada!
Shrek- e que me diz a terem “trelas” e outras kouzas em cima do que deveriam ser passeios?
Eng. Vurrakova Loiranov- não estamos em épocas para passeios nem passeatas! A nossa economia necessita de muito trabalho! Quanto ao aproveitamento de espaços, é talvez fruto de um estudo arquitectónico indispensável para os dias de hoje:
Shrek- E será verdade o que as más línguas dizem a respeito desta obra, embora concluída, ainda não tem sequer licença para construção?
Eng. Vurrakova Loiranov- Bem, não sabemos! Mas de certeza que a vossa Cambra saberá responder! Mas vejamos! Se não pediu licença a ninguém para usar o espaço que é publico, veja-se os passeios, porque raio é que deveria pedir licença a alguém para construir no que é dele?
Shrek- Obrigado senhora Eng. Vurrakova Loiranov pelos seus brilhantes esclarecimentos! Quanto a si, senhor espectador, regressaremos amanhã para a terceira de “4 seguidas”! Desta vês estaremos na terra do imponente “Carrinho de Rolamentos”, Sanguêdo!

Nota: Em momento algum este “programa” pretende insinuar que tais obras contenham algum tipo de ilegalidade.

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