Em complemento ao Programa Eleitoral do MEP e dando resposta ao pedido feito aos partidos políticos pela CNIS – Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade e pela CÁRITAS, o MEP decidiu assumir o Compromisso de ser um dos porta-vozes das propostas apresentadas por estas organizações.
Repetidamente ouvimos que os partidos têm que se abrir às pessoas e organizações da sociedade civil. Mas, infelizmente, não são muito evidentes esses sinais.
O MEP, enquanto movimento cívico da sociedade civil, que pode ir a eleições como partido político, revê-se nas propostas sérias e bem fundamentadas destas instituições. Na sua matriz fundacional, o MEP escolheu como pilar essencial a defesa da coesão social e da inclusão, bem como o reforço do papel do terceiro sector na vida do País.
Assim, em coerência, defenderemos na Assembleia da República esta agenda de solidariedade da CNIS e da CÁRITAS, a bem de um Portugal mais justo e mais humano.
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