17 maio, 2011

MEP- nota de imprensa

O MEP propõe três possibilidades para reforço da capacidade do Estado em investir em políticas públicas de apoio à família, neste período de crise. São 1.750 M. € potenciais que poderiam corresponder à constituição de um Fundo de Solidariedade com as famílias mais vulneráveis, durante os próximos 3 anos.


2 comentários:

Anónimo disse...

Só tenho uma pergunta concreta aos mentores do movimento.
Uma pequena empresa que em 2009 devia às finanças uma determinada quantia,cessou (não pode encerrar)toda actividade no final de 2009, os seus proprietários foram penhorados pelo fisco de todos os seus bens, mas mesmo assim não chegou para a liquidação total do montante da dívida, hoje a estas pessoas não se lhe conhecem quaisqueres rendimentos, e sabe deus como sobrevivem, todos os dias acumulam juros à dívida em causa (ao preço que o estado cobra). Como vão nestes casos conseguir a "Efectiva cobrança de todos os valores em dívida,sem perdas"?
Ou para quem acha que sabe a resposta

Paulo disse...

Nesse caso, tanto os bancos como aqui neste caso o fisco, deveria poder renegociar a divida, através da alteração dos juros ou mesmo através da renegociação do prazo para os pagamentos. É importante que tanto sistema bancário, como publico, têm um relacionamento de confiança para com as familias de forma a não endividá-las ainda mais. Ainda hoje soubemos que os Bancos agora puderão alterar os juros da divida em qualquer altura, mesmo que isso nºao estivesse no contrato assinado. É mais um mau exemplo, numa altura em que os portugueses vão ceder 12 milhoes de euros para o fundo bancário, os bancos deveriam também ter essa confiança nas pessoas