Todos os dias, vai caindo aos bocados o Carmo e a Trindade sobre o homem. Até mete dó.
Não devia ter dito o que disse? Então pergunto eu, o que dizia?
Que esperassem, sentados suponho, pelo emprego?
Que se fossem deliciando com o fundo do desemprego?
Para o estrangeiro não. Aqui é que é o vosso lugar. A fazer o quê?
A emigração não é, nem pode ser designio nacional. Nem ele o disse. É uma possível saída para os que precisam e só para os que querem.
Milhares já o fizeram e ninguém lhes indicou a porta de saída.
Os indignados de pacotilha, esses, de papo cheio, não querem sequer que se fale nisso. O que querem então, digam lá?
Valha-me Deus. Eu acho até que o governo tem é que olhar para este movimento com outros olhos, apoiando-o, porque quer se queira quer não, os tempos são de emigração, só que já não os da "mala de cartão na mão".
Emigrar ou ficar, eis a questão.
5 comentários:
Se não há cá trabalho temos que ir para onde há. Não é preciso ninguém dizê-lo.Não compreendo tanta barulheira.
Está tudo dito. Em grande xeirinhas.
É natural que não perceba. Deixe lá! É demasiado complicado para lhe explicar!
Não há emprego aqui mas há ali, um rio a separar estes lugares e muita sorte uma ponte a uni-los, chamada Emigração. É uma burrice não usá-la.
No governo f.....m os professores até mais não, com remorsos agora dizem coitadinhos dos professores que têm que ir para a estranja a mando do Passos.
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