Para tanto, aluga o Europarque ( paga balúrdios pelo espaço) e dá uma faustosa ceia de Natal com prendas e tudo.
Estas as medidas de contenção da cambra.
Importava, em nome da transparência e do rigor na gestão de dinheiros públicos, que o "barbinhas" ou o "filho" dissessem quanto se vai gastar no Jantar de Natal dos "pobrezinhos" do concelho, todos eles com emprego vitalício, ordenados em dia e demais regalias sociais.
Importava, também, que a cambra publicasse a lista de atrasos nos pagamentos aos fornecedores.
Importava que a cambra fizesse um estudo económico, seguido de publicação, no qual se avaliasse o custo económico e financeiro provocado pelos atrasos nos pagamentos aos fornecedores.
Ou será proventura que a cambra, para além de acreditar no Pai Natal, também acredita que os fornecedores vendem ao mesmo preço independentemente de receberem a 30/60 dias ou a 2/3 anos.
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