Bem me parecia, e não me enganei. O local, a EN 223 entre o cruzamento da Corga e Fagilde(Canedo) onde entronca com a EN222, foi considerado pela UNESCO como Património Mundial.
EDP, PT, LUSITÂNIA GAZ, INDÁQUA, conceituadas empresas no ramo das escavações arqueológicas, sempre as vi por lá em trabalhos de campo. Eram buracos atrás de buracos. Era e é, uma estrada em que o processo de “abertura fácil” foi adoptado. Aquilo era um tapa e destapa continuo. Nunca lhe colocaram uma tampa, vulgo piso definitivo. Com razão pelos vistos.
Tantos arqueólogos o que encontraram? Perguntam com lógica. Eu digo-lhes: Umas suspensões partidas, bocados de jantes, alguns pneus rebentados e muitas e muitas chatices e despesas por quem tem que lá passar todos os dias.
Mas o que é isto, comparado com o termos a felicidade de nos dias de hoje, podermos transitar numa via romana, incluída nas “Regina Viarum” que eram uma espécie de estradas transeuropeias construídas pelos romanos aquando da expansão do seu Império. Ao que dizem os historiadores, esta, desembocava mesmo na Via Ápia, já em Roma.
Esta estrada foi já construída no final do Império Romano. Depois, como a história nos diz, vieram os Bárbaros e conservaram-na até aos nossos dias. Bem hajam.
(By xeirinhas)
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